Mapa aberto da correspondência de Camilo Castelo Branco — Portugal, Brasil, diáspora. Onde estão hoje as suas cartas, onde foram vistas pela última vez, e quais ninguém ainda encontrou.
Citações que sobreviveram à carta. Os biógrafos viram-nas, leram-nas, transcreveram-nas — e depois desapareceram. Se viste alguma, sabes de alguma, ou tens uma pista, conta-nos.
Não pedimos o original. Só a pista — uma foto, uma transcrição, uma memória de família, uma referência em catálogo. Com autorização explícita, reencaminhamos a Casa de Camilo ou à instituição relevante. Sempre com crédito ao contribuinte.
Obrigado. A pista foi recebida. Vamos ler com atenção e responder-te por email nos próximos dias.
É um instrumento auxiliar — um mapa que cita e remete para quem detém os acervos: a Casa-Museu de Camilo em São Miguel de Seide, o Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea da BNP, o Real Gabinete Português de Leitura no Rio de Janeiro, o Centro de Estudos Camilianos da Universidade do Minho, e tantos outros que aqui aparecem citados.
O que fazemos é mais simples: mapear onde estão, citar as fontes e abrir uma porta a quem encontrar uma carta na gaveta de uma família.
15 edições documentadas (1873–2012), 12 instituições com coordenadas, 40 cartas com fonte citável, 15 cartas citadas e não localizadas.
Bibliographia Camilliana, Henrique Marques (Lisboa, A. M. Pereira, 1894) — primeira bibliografia camiliana, publicada quatro anos após a morte do autor.
Melhor 25 registos sólidos do que 50 com metade inventada. Cada entrada tem fonte citável e nível de incerteza marcado.
Os dados (dados/*.json) estão sob licença CC BY 4.0. Originais físicos continuam de quem os tem — não reclamamos posse, custódia ou direitos sobre nenhuma carta.
Coordenação: Paulo Branco · drpal2028.me · Project 2028 · Porto
Levantamento bibliográfico: assistido por modelo Claude Fable 5, com auditoria humana das fontes citadas.
«A IA serve o Humano.» — GENESIS Protocol.